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Resenha final - A MAIS PURA VERDADE

Então pessoas, finalmente volto aqui para dizer o que achei do livro "A MAIS PURA VERDADE", ai você me diz, "Mas você já não fez resenha?", ai te digo, "Claro Kakaroto, mas foi as minhas primeiras impressões, o livro todo só chegou semana passada e resolvi terminar de lê-lo hoje", segue sinopse abaixo: 

A Mais Pura Verdade - Em todos os sentidos que interessam, Mark é uma criança normal. Ele tem um cachorro chamado Beau e uma grande amiga, Jessie. Ele gosta de fotografar e de escrever haicais em seu caderno. Seu sonho é um dia escalar uma montanha.

Mas, em certo sentido um sentido muito importante , Mark não tem nada a ver com as outras crianças.
Mark está doente. O tipo de doença que tem a ver com hospital. Tratamento. O tipo de doença da qual algumas pessoas nunca melhoram.
Então, Mark foge. Ele sai de casa com sua máquina fotográfica, seu caderno, seu cachorro e um plano. Um plano para alcançar o topo do Monte Rainier.Nem que seja a última coisa que ele faça. 
A Mais Pura Verdade é uma história preciosa e surpreendente sobre grandes questões, pequenos momentos e uma jornada inacreditável.

Então, logo naquele post eu já tinha dito o quanto tinha amado a escrita do Dan e da história. Hoje eu estava assistindo um vlog que sigo e o tema era "Os meu livros favoritos"(ou algo referente a isso), e vi que um dos livros citados era esse. Admito que foi isso que me fez pega-lo na estante e terminar de lê-lo. 
A continuação da história segue a mesma coisa do inicio, temos capítulos do personagem principal e temos "meios capítulos" da amiga do personagem, só que nessa segunda parte da leitura(depois da página 100), pra mim foi a mais emocionante, chorei horrores com o que aconteceu com mark, é sério, eu estava no ônibus indo pra trabalhar e as lagrimas caindo no meio do povo enquanto terminava a leitura. Uma coisa que tenho que dizer, eu não esperava aquele final. Muitos autores apelam para um final chocante que nos fazem chorar até ficarmos desidratados, mas o Dan não(falo "Dan" por que já me considero intimo dele. Ha), ele tratou o final como uma continuação, algo simples e singelo mas que ao mesmo tempo foi encantador, o que me fez chorar mais ainda. 
Super recomendo mais uma vez o livro. 


Teve uma parte do livro lá no fim que fiz essa cara qui ó




E depois de uma imagem linda da Carminha, ops Inês, coloco mais uma vez a capa do livro.




Primeiras impressões - A PLAYLIST DE HAYDEN

Hoje teremos uma nova resenha da nossa querida Novo conceito o livro se chama "A PLAYLIST DE HAYDEN", antes de mais nada tenho que dizer que pelo que eu já li, esse livro não é só bom, é sensacional. 
Segue sinopse abaixo: 


Depois da morte de seu amigo, Sam parece um fantasma vagando pelos corredores da escola o que não é muito diferente de antes. Ele sabe que tem que aceitar o que Hayden fez, mas se culpa pelo que aconteceu e não consegue mudar o que sente


Enquanto ouve música por música da lista deixada por Hayden, Sam tenta descobrir o que exatamente aconteceu naquela noite. E, quanto mais ele ouve e reflete sobre o passado, mais segredos descobre sobre seu amigo e sobre a vida que ele levava.

A PLAYLIST DE HAYDEN é uma história inquietante sobre perda, raiva, superação e bullying. Acima de tudo, sobre encontrar esperança quando essa parte parece ser a mais difícil.


Então, tenho que confessar que não li todo ainda, isso é apenas uma prova li 86 paginas e posso dizer a vocês uma coisa. O livro é ótimo. O que aprendi nessa vida é que se nas primeiras 100 paginas do livro você já ri, chorar e se emocionar com os personagens ou história, pode continuar a leitura, vai valer muito a pena. Uhuu! 
O livro conta a história de Sam, ele é um menino tímido da vida e pra piorar ou ao meu ver melhorar a situação ele tem um amigo que é mais timido ainda, que é o Hayden. Ai você deve pensar, esse deve ser mais um daqueles livros monótomos e chatos que tem um final emocionante e que vira modinha. Você pensou isso não foi? Sim ou não? ha ha ha. Não, não é assim, apesar de esse ser o primeiro livro da autora que se chama Michele Falkoff(não sei pronunciar o nome), podemos ver que ela tem muito o dom da escrita. 
Tenho que fazer algumas comparações, o livro me lembrou um pouco A culpa é das estrelas e isso pra mim foi ótimo pois a culpa é das estrelas ao meu ver foi um ótimo livro e me fez até suar pelos olhos naquele final.

Pausa pra me recuperar

Então voltando, logo nas primeiras páginas me senti novamente no funeral do Gus, cara como eu suei pelos olhos nessa parte, então depois tudo começa a tomar rumo, ele nos leva pela jornada de volta a vida de Sam. Só por ai eu diria que o livro é bom, mas tem muito mais. Esse livro tem um mistério, o seu amigo Hayden que morreu deixou para Sam uma playlist e claro que isso tem algum significado que não faço a minima ideia do que seja, acho que tenho que terminar o livro pra descobrir. HA.
Os personagens secundários são bastante marcantes apesar de não terem muito destaque no livro, consegui sentir raiva de uns e amar outros.  
Pra finalizar digo que para ler esse livro não espere um personagem maduro, espere alguém em amadurecimento, as lições que consegui captar no pouco que li, aprendi no mesmo momento que ele e isso é mágico. 
Ansioso parar terminar(Que chegue logo).
O lançamento é dia 6 de abril, logo, logo estará em todas as livrarias e você não pode perder essa oportunidade de ler essa história que tem tudo para arrancar litros dos seus olhos. 

Ia esquecendo olha capa dele aqui: 


É lindo não é? E o melhor de tudo é azulllllll.




Uma dose de palavras

E eu te digo que não sou sínico
Tenho os meus defeitos e erros mas sempre fui sincero com você.
Desse o inicio eu falei que nunca prestei
Eu disse que estava apaixonado por você
Não mentindo, eu realmente acreditava nisso.
Eu acreditava que te amava mesmo sabendo que era apenas ilusão de um coração carente.
Mas sabe. No momento parecia tão real.
Que mesmo eu sabendo que não era, eu me permitia acreditar, só nunca permitir que você acreditasse.
Então não diga que sou sínico.
Não te enganei.
Já te disse que te amava, mas sorri logo em seguida, você tinha que saber que era mentira.
Estava na cara. Como podes se fazer assim?
Eu não sou sínico.
Fui seu, enquanto achei que era pra ser.
No momento que consegui me desvencilhar dessa ilusão criada por mim mesmo, eu me afastei instantaneamente.
Então de certa forma não te iludi.
Foi real enquanto eu achei que era real. 
Tivemos o nosso momento e foi bom, não só pra mim, foi pra você também e você sabe disso.
Os momentos foram lindos, mas como disse foram só momentos.
Não posso dizer que acabou, pois na verdade, nunca existiu de verdade.

Resenha completa - A torre Negra - Stephen King

Tenho que dizer que precisei de algum tempo para assimilar o fim dessa história simplesmente fantástica, também digo que nada do que eu disser conseguira exprimir uma minima porcentagem do que é essa saga. Não poso dizer que eu à odeio(isso mesmo odiar), nem dizer que à amo(não teria coragem de dizer isso, não quero amar algo que me fez sofrer), mas a realidade é que o amor e o ódio caminham lado a lado e foram essas duas emoções que inundaram o meu coração ao decorrer do livro e principalmente no final dessa fantástica saga que é a Torre negra, tenho que dizer que essa história me inspirou assustadoramente na construção dos meus contos. 
Agora vamos parar de falar um pouco de mim e vamos nos introduzir um pouco nessa maravilhosa obra prima.

A torre negra conta a história de Roland, um pistoleiro(isso mesmo, pistoleiro huhhuhae) ai você me pergunta por que eu ri, e eu te digo que é por que eu não suporto livros de tiro, não é nem a história em si é mais que o personagem principal sempre é aquele herói inabalável que se for morrer só vai ser no final, então voltando pra história, o primeiro livro que se chama "O pistoleiro", já começa narrando a perseguição de Roland ao famoso, odiado e amado homem de preto(a maioria dos personagens dessa história são assim, a gente ama e odeia), já nas primeiras paginas eu já conseguia sentir a adrenalina da história e apesar de ser o primeiro livro do nosso querido autor Stephen King, é um livro que de cara já digo que é fantástico. 
Voltando novamente pro texto, o primeiro livro é sobre essa perseguição. As minhas primeira impressões sobre a história é que ele, o Roland iria ir atrás do bendito homem até o final da saga mas não é o que acontece( um pequeno spoiler, sorry), e é ai que eu começo a perceber que com esse autor você não tem que esperar nada, você não pode se atrever a tentar adivinhar o que vai acontecer lá na frente, pois você é apenas um mero mortal desprovido de inteligência perto dele.

Ai vem o segundo livro, tenho que dizer que não comprei eles, os livros são caros pra caramba, não que não valham a pena, valem muito, o problema é que na época eu não poderia pagar uns 170 pilas numa coleção, então peguei tudo da biblioteca (comecei a amar bibliotecas depois que descobri que não são só de livros velhos que constrói um acervo (nada contra os vovôs da literatura, amo eles)). No segundo livro entram mais personagens, não posso dizer "personagens" pois me tornei intimo deles, direi amigos. Então no segundo livro intitulado  "A escolha dos três", mais três amigos entram na história( o terceiro eu fico tipo "uohhhhhh"), esses o ajudaram a encontrar a tão esperada torre negra, até ai eu já tinha me apaixonado pela escrita do autor(ele evoluiu muito de primeiro pro segundo livro na questão dos detalhes), só que ainda não era amor, o remorso por ele ter feito o que fez no primeiro livro(leiam pra saber) ainda estava guardado aqui nesse peito sofrido, então ainda existia uma pequena aversão por ele, mas é um livro ótimo, super estruturado e um pouco maior que o primeiro(amo livros grandes). 

Então temos o terceiro livro(um detalhe que errei, o terceiro amigo só é resgatado no inicio do terceiro livro), intitulado de "As terras devastadas", depois de encontrar os dois primeiros amiguinhos, vão em busca do terceiro e depois seguem pra Lud(a terra desvatada) seguindo o feixe de lux(chega de spoiler).
Nesse terceiro livro as paginas aumentam novamente e a capa já começa a dar medo, esse trem do inicio é bastante sinistro e tenho que te dizer que não é só a aparência dele que é sinistra não( leiam pra saber hsuahsa), é nesse livro que o autor começa a recuperar o meu coração, sabe aquela segurança de que todos vão vencer no final e serão felizes para sempre? É nesse livro que a gente sente isso, não por ser monótomo e chato, pelo contrário é muito bom também, é que percebemos que mesmo com tudo eles conseguem vencer e superar todos os obstáculos que o enfrentam. Tenho que dizer uma coisa, não sei como esse autor consegue tirar tanta coisa na mente e escrever tanto sobre um assunto só, juro pra você que fiquei procurando vácuos pelo livro para justificar como é que eu já tinha terminado em tão pouco tempo e com tão pouca informação, não na descrição, mas sim na passagem dos personagens(é meio estranho explicar).

Chegamos ao quarto livro, Ufa. Intitulado como "Mago e vidro", é nesse livro que conhecemos um pouco do passado do pistoleiro. Não sei se foi só comigo, mas esse livro foi o mais chato pra mim, foi um livro ruim? Não. Enjoado? Não. Pobre? Como se atreve a me perguntar isso? Então foi o que? Foi um livo meio monótomo, pronto, falei. Foi monótomo, sei que é nesse livro que conhecemos o antigo Ka-tet de Roland e pelo menos deixamos um pouco da história da torre de lado, mas o problema é que o inicio e o meio é super "Não sei", ah gente, é estranho explicar, gostei dos personagens que eles nos apresentou e do grande amor da vida de Roland, mas sei que só consegui pegar o pique lá depois do meio. Mas tenho que falar o fim da história contada por Roland que nos é apresentada foi chocante, fiquei com uma pena retada de Roland, não achei que ele merecia o que aconteceu, mas como eles dizem "É culpa do KA". Uma observação há um encontro no final desse livro, não consegui me convencer do que o autor nos passou, achei um pouco amador os fatos, mas fazer o que né?

O quinto livro, são os "Lobos de Calla", quando comecei esse livro realmente não sabia o que pensar, não fazia ideia do que o autor ia inventar dessa vez, infelizmente me decepcionei com a história, essa posso dizer que foi muito cansativa sem culpa no coração. Li em um blog(não lembro o nome) de que "A torre negra" é o centro de todas as histórias do autor, acho que foi isso que aconteceu nesse livro ele introduz algo que tinha vontade(não vou dizer o que é), e criou toda uma história para justificar a entrada dessa coisa, acho que estou sendo injusto nesse ponto de vista mas é a unica desculpa que consegui encontrar para perdoa-lo desse livro meio chato( não tenho coragem de dizer "muito chato", não me atrevo). Outro ponto do livro que não gostei foi o final eu fiquei tipo "hã, já? Setecentas e tantas paginas pra esse final? , só que ai me arrependi, esse não era o final do livro, era o pré final, o verdadeiro final foi um estouro, não conto o que foi. huahueah. 

Lembrei de uma coisa que não escrevi, além de Roland temos Suzannah, Eddie, Jake e Oi. Esse é o famoso Ka-tet. 

O sexto livro foi o menor "A canção de Suzannah", foi também o que mais me deu aperto no coração, não posso dizer o por que, seria um spoiler muito grande, mas além da história o que me entristeceu bastante é porque esse era o penúltimo livro, isso mesmo, só faltava mais um para terminar, não leria mais sobre eles e isso tava lenhando com minha mente, esse foi um livro muito emocionante e construtivo, aprendemos bastante do mundo de Roland por esse livro e nos preparamos para o grande "finale".

E chegamos finalmente ao ultimo livro, intitulado com o mesmo nome da saga "A torre negra", Stephen King se superou em todos os quesitos nesse livro, nunca um autor conseguiu superar todas as minhas expectativas, sempre há aquele "poderia ser melhor" ou então "poderia ter mudado isso ou aquilo", mas nesse não, esse como ouço dizer muito por ai "O forninho caiu", não só o forninho mas a geladeira e todos os eletrodomésticos da casa caíram. Se preparem psicologicamente para SPOILER mortes, para um final assustador que para mim foi previsível, mas não menos sensacional. 

Observações finais boas: Esse foram os primeiros livros do autor que li, não poderia ter começado de um jeito melhor.
Recomendo muito essa leitura, não há palavras para expressar o quão bom em um todo é essa saga. 
Me tornei fissurado pela torre.


Observações finais não tão boas: Não engoli tanta tecnologia nessa história, não consegui mesmo, me perdoem. 

Resenha: A MAIS PURA VERDADE - Novo Conceito

Acredito que não será uma tarefa difícil fazer essa resenha.
Primeiramente gostaria de agradecer a editora Novo Conceito pela mostra em primeira mão do novo lançamento deles, o livro " A MAIS PURA VERDADE" tenho que dizer que fiquei muito feliz quando cheguei em casa e esse envelope lindo de bonito estava me esperando na portaria, acredito que não poderia ter vindo livro melhor que esse, uma simples para descreve-lo, encantador.


Segue abaixo sinopse do livro.


A Mais Pura Verdade - Em todos os sentidos que interessam, Mark é uma criança normal. Ele tem um cachorro chamado Beau e uma grande amiga, Jessie. Ele gosta de fotografar e de escrever haicais em seu caderno. Seu sonho é um dia escalar uma montanha.

Mas, em certo sentido um sentido muito importante , Mark não tem nada a ver com as outras crianças.
Mark está doente. O tipo de doença que tem a ver com hospital. Tratamento. O tipo de doença da qual algumas pessoas nunca melhoram.
Então, Mark foge. Ele sai de casa com sua máquina fotográfica, seu caderno, seu cachorro e um plano. Um plano para alcançar o topo do Monte Rainier.Nem que seja a última coisa que ele faça. 
A Mais Pura Verdade é uma história preciosa e surpreendente sobre grandes questões, pequenos momentos e uma jornada inacreditável.
A MAIS PURA VERDADE, é o romance de estreia do autor Dan Germeinhart( tenho que dizer que não sei pronunciar esse sobrenome), o livro conta a estória Mark e seu cachorro Beau, amo estórias onde existem cachorros, só por isso o livro já me conquistou, só que tem mais fatos que nos conquistam, Mark tem câncer, é inevitável não chorar com um livro em que o personagem principal tem câncer, não por pena, não devemos ter pena pois eles tem a maior dádiva que um ser humano pode ter que é a vida. O que mais emociona nesse tipo de estória é que mesmo que o autor seja o mais mórbido possível, sempre há um pouco de superação e vitória na jornada, mesmo que o personagem morra no final. Não sei se esse é o caso do livro mas espero que não, estou perdidamente encantado por Mark.

Uma coisa que preciso ressaltar, poucos são os livros com personagens crianças em que acreditamos que é uma criança realmente está falando( tipo, alguns livros o personagem é infantil, mas todas as ações são de adultos, ficamos tipo assim: Blahhhhh), nesse livro acreditamos que  é uma criança realmente que nos fala e isso é fantástico.
Recebi o livro semana passada, corri para ler, parei de ler outra leitura que estava em andamento pois o livro me conquistou perdidamente pela capa e pela sinopse.
Nas primeiras paginas já embarcamos na viagem de Mark, só por isso já ficamos tenso. Imagine um menino de 12 anos sozinho nesse mundão a fora? É de tirar o ar de qualquer um, eu fiquei sem ar.

Apesar de eu não ter todas as paginas do livro( só li as primeiras 100), percebi que a escrita é super leve e nos perdemos na estória, literalmente embarcamos nessa viagem com ele. Me sinto na obrigação de dizer a vocês que leiam, o lançamento é dia 23 de março tá pertinho. Agendem na sua listinha de livros, " A MAIS PURA VERDADE", um livro que me lembra outros como: Extraordinário com um toque de Jogando Xadrez com os anjos. Uma mistura maravilhosa.


Ratos - Resenha

Olá gente, hoje eu vim falar de um livro lançado pela editora Intrisseca "Ratos", da escritora Gordon Reece(não sei pronunciar o nome) lançado no ano de 2011, foi a minha primeira leitura de 2015 e eu não poderia começar o ano de uma forma melhor, no estilo thriller esse livro me surpreendeu de varias maneiras, gostaria de compartilhar com vocês, sem spoleirs claro. Ha ha.

Segue Sinopse abaixo:

Shelley e a mãe foram maltratadas a vida inteira. Elas têm consciência disso, mas não sabem reagir — são como ratos, estão sempre entocadas e coagidas. Shelley, vítima de um longo período de bullying que culminou em um violento atentado, não frequenta a escola. Esteve perto da morte, e as cicatrizes em seu rosto a lembram disso. Ainda se refazendo do ataque e se recuperando do humilhante divórcio dos pais, ela e a mãe vivem refugiadas em um chalé afastado da cidade. Confiantes de que o pesadelo acabou elas enfim se sentem confortáveis, entre livros, instrumentos musicais e canecas de chocolate quente junto à lareira. Mas, na noite em que Shelley completa dezesseis anos, um estranho invade a tranquilidade das duas e um sentimento é despertado na menina. Os acontecimentos que se seguem instauram o caos em tudo o que pensam e sentem em relação a elas mesmas e ao mundo que sempre as castigou. Até mesmo os ratos têm um limite.



Nossa personagem principal se chama Shelley, uma menina que ao meu ver é normal até me deparar com um senso de inferioridade que ela tem. Considerada uma "Rata" ela de todas as formas tenta se esconder da vida e das pessoas, com um estereótipo fora do padrão de beleza que a sociedade hoje impõe, Shelley sofreu bullying no colégio e além disso tem alguns problemas familiares, mas o livro não fala disso o foco não è o bullying ou as dificuldades e conflitos que ela tem com o pai nesse livro e sim as variedades de personalidades que o mundo comporta e a necessidade que as pessoas tem de crescer e aparecer por cima dos outros.
Quando peguei esse livro para ler não esperava muito, tenho que dizer, o livro foi muito barato, acho que foi uns R$ 2,99 reais, então eu tipo que fiquei sem muitas expectativas sobre ele o que foi um ótimo engano, o livro é maravilhoso li em um dia e meio e fiquei com aquele ar de "deveria ter lido mais devagar", mas claro que não li. Ha ha.
Uma escrita leve e bem dinâmica, Ratos entrou na minha lista de livros que fazem o coração bater mais rápido, mas tenho que salientar uma coisa, o fim é daqueles que a gente sente que o escritor já estava desesperado pra terminar o livro, então ficou meio que rápido demais, nada que estrague o livro em si, mas me decepcionou um pouco.
Uma ótima leitura, recomendo muito mesmo. Uma adaptação é uma boa dica para os produtores de plantão.

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